Está disponível no site do Cepea números e análises detalhados sobre o desempenho do PIB do Agronegócio de Minas Gerais, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, com o apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg).
No ano, o PIB agro de Minas cresceu 8,27%, atingindo R$ 70,2 bilhões (a preços de 2007). Tal cifra indica que o PIB Agro de Minas representa 11,28% do PIB Agro do Brasil.
A agricultura mineira chamou a atenção por seu desempenho dual: bom para grãos, ruim para cana e café. Os preços dos grãos, devido às fortes demandas por carne e energia, acham-se firmes, com projeção de que assim continuem. O açúcar, porém, passou por uma fase de preços baixos em decorrência da grande produção mundial, com agressiva presença da Índia. Como conseqüência, a expressiva produção do etanol acabou derrubando o preço deste outro derivado. O café, com forte queda de produção ligada à sua natural bianualidade e a condições climáticas adversas, também acabou por drenar recursos do segmento de lavouras.
Do lado da pecuária deve-se destacar o leite, de alta relevância no agronegócio mineiro, que se distinguiu pela conjunção de maior produção com crescente exportação e consumo interno. A conjuntura favorável resultou em preços bem mais elevados no ano de 2007.
No ano, o PIB agro de Minas cresceu 8,27%, atingindo R$ 70,2 bilhões (a preços de 2007). Tal cifra indica que o PIB Agro de Minas representa 11,28% do PIB Agro do Brasil.
A agricultura mineira chamou a atenção por seu desempenho dual: bom para grãos, ruim para cana e café. Os preços dos grãos, devido às fortes demandas por carne e energia, acham-se firmes, com projeção de que assim continuem. O açúcar, porém, passou por uma fase de preços baixos em decorrência da grande produção mundial, com agressiva presença da Índia. Como conseqüência, a expressiva produção do etanol acabou derrubando o preço deste outro derivado. O café, com forte queda de produção ligada à sua natural bianualidade e a condições climáticas adversas, também acabou por drenar recursos do segmento de lavouras.
Do lado da pecuária deve-se destacar o leite, de alta relevância no agronegócio mineiro, que se distinguiu pela conjunção de maior produção com crescente exportação e consumo interno. A conjuntura favorável resultou em preços bem mais elevados no ano de 2007.












